|
Lógico que o céu é fascinante para o Homem.
Pelo desconhecido, pela beleza, pelos sinais que o misticismo latente
em todos nós aponta como mensagens divinas, pelas possibilidades.
Sem dúvidas, o Homem sabe, sente, intui, que a próxima
fronteira é o universo sem fim.
A ser conquistado palmo a palmo, ou melhor, ano-luz a ano-luz.
Com toda a sorte de dificuldades, desastres e esperanças.
Ninguém pensa que o ser humano vai parar no primeiro passo marcado
na Lua.
Queremos e sonhamos com muito mais. Com o tamanho do universo.
Pois nossa cabeça, nosso espírito já estão
lá adiante, em fantasias, sonhos, enquanto preparamos a próxima
viagem, fazemos as malas com as conquistas científicas, tecnológicas.
O que encontraremos?
Mais e mais mistérios, áreas desconhecidas, desafios à
nossa inteligência, sinais claros da existência de um Deus
criador regendo tudo.
Mas ancorados, ainda, neste planetinha azul, temos nossos devaneios...
Principalmente quando passam zunindo por nós estes estranhos
objetos não identificados que quase todo mundo já viu
de uma forma ou de outra.
Eu, mesmo, já vi uma esplendorosa nave-mãe, majestosa,
gigantesca, luminescente, alaranjada, certa noite há cerca de
30 anos. Foi a primeira, mas não a última das minhas visões.
Depois veio a observação de uma intrigante esquadrilha
de naves menores (seriam as naves de serviço ou satélites).
E nos tempos seguintes, mais ou menos a cada 3 ou 4 anos, deparo com
mais um mistério no céu.
Esses avistamentos estão historiados em crônicas que deixei
no meu site www.monica.com.br.
Mas começo a pensar que está na hora de mais um encontro.
Já se vão 3 ou 4 anos desde a última vez que vi
algo estranho no céu.
Enquanto fico nas minhas dúvidas sobre a natureza das coisas
que avisto, acompanho as conquistas espaciais como um menino curioso.
Pronto para pular no próximo barco e espiar de perto um novo
planetinha, um satélite esburacado ou a composição
dos anéis de Saturno.
De repente, lá nos confins do universo, outro menino pode estar
pensando a mesma coisa, querendo pular no que quer que esteja ao seu
alcance para tentar a sorte de encontrar vida, consciência, longe,
muito longe, de sua casa.
Pode e deve haver uma situação como esta.O número
de estrelas e planetas espalhados pelo infinito nos indica essa possibilidade,
sem sombra de dúvida.
Mas... o encontro, a descoberta, a sensação de que não
somos sós neste universo de Deus será um choque, será
a virada da cabeça. Será a prova da unidade da criação.
E nunca mais seremos os mesmos. Nunca mais seremos os seres superiores.
Porque seremos iguais. Na vida e no direito a ela. Com qualquer tipo
de aparência que tenhamos um para o outro.

05 .07.2004
|