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Até agora estou agüentando acompanhar.
Algumas vezes com satisfação, outras vezes de olhos fechados e rezando para a "experiência" acabar logo.
Mas é uma decisão que tomei: o que os meus filhos resolvem experimentar, eu vou junto! Até mesmo para sentir e aconselhar a repetição - ou não - da façanha, principalmente nos brinquedos ou atividades radicais.
Assim, já "embarquei" em trens fantasmas realmente assustadores, elevadores que fingem que caem, montanhas-russas metálicas ou de madeira, "espaciais" ou terrenas, barcos que molham ou que afundam, aviões de lona, pára-quedas puxados por lanchas, banana-boats, dei piruetas e segui inteiro depois de "voar" de uma motoquinha, caí o que tinha de cair de patins, ou esquiando na neve, fui empurrado pelos pés, em alta velocidade, por golfinhos, brinquei no meio de arraias no Caribe, experimentei cada nova atração super-radical dos parques de Orlando... e estou aqui esperando a próxima.
Falta saltar de pára-quedas ou dar um bom vôo de asa-delta. Qualquer dia destes acontece, talvez quando um dos meus filhos for experimentar.
Enquanto isso, mostro a foto de mais uma experiência que aconteceu no ano passado, na Costa do Sauípe, na Bahia: eu pendurado no trapézio.
Na ocasião fiquei admirado com a leveza e a beleza da performance dos meus filhos e desapontado com a minha dificuldade para levar meu corpo a acrobacias apenas desejadas.

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Agora, que estou 10 quilos mais magro, quero tentar de novo. Aquela pirueta que fiquei me devendo, para saltar de um trapézio ao outro, ainda está entre os meus desafios futuros, com um filho ao lado, lógico.

19 de agosto de 2007
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